Ferramenta Survey Monkey: case de sucesso

A professora de espanhol, Rachelle Poth, da Riverview Junior Senior High School, compreendeu o valor de escutar, ouvir foi a chave. Para os estudantes, expressar suas opiniões foi um exercício de reflexão pessoal do seu próprio progresso em sala de aula.

alunos
Riverview Junior Senior High School

Ela relata que ouvir seus estudantes e entender de onde eles vinham foi incrivelmente importante. Suas observações orientaram diretamente seu método de ensino e ajudaram a focar naquilo que eles realmente esperavam da aula de espanhol. Também, a desprendeu de detalhes que não eram o que os alunos esperavam do curso.

Rachelle afirma que Começou a usar a SurveyMonkey porque precisava de um jeito simples de conduzir uma pequena pesquisa de opinião com meus estudante e que  gostaria que eles se sentissem completamente confortáveis para dividir esse tipo de opinião pessoal com ela. Fazer pesquisas por um link na web foi a melhor maneira de conseguir esse desprendimento por parte deles

FONTE:

https://pt.surveymonkey.com/blog/br/experiencia-do-usuario/como-coletar-resultados-de-alta-qualidade-dos-alunos-para-melhorar-suas-aulas/

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Pesquisas On Line: FERRAMENTAS

Algumas ferramentas utilizadas para Pesquisas On Line:

  1. Survey Monkey (https://pt.surveymonkey.com/)

O site permite criar questionários e enviar por e-mail durante a pesquisa. A versão gratuita inclui 10 perguntas por questionário e até 100 respostas. Ele gera gráficos e tabulação automaticamente. A versão paga, a partir de 299 reais ao ano, dá acesso a formulários e respostas ilimitados e permite cruzar dados.

https://www.youtube.com/watch?v=C4qVBJsLD3M

  1. Google Drive (https://www.google.com/intl/pt-BR/drive/)

O Google também tem uma opção de formulário que pode ser customizado e enviado aos entrevistados. Neste caso, o empreendedor precisa saber interpretar e cruzar os dados. O serviço só reúne as respostas.

https://www.youtube.com/watch?v=FTwgLx50L6A

  1. Mercado de ações (http://www.portaldoinvestidor.gov.br/)

Uma forma barata de conhecer outros mercados é analisando os dados de empresas do mesmo segmento que têm capital aberto. Sites sobre o mercado financeiro e até a CVM reúnem informações sobre faturamento e lucro dessas empresas que podem ser úteis na hora de elaborar um planejamento financeiro, por exemplo.

  1. Sua Pesquisa (http://www.suapesquisa.com.br/)

O site Sua Pesquisa é uma versão brasileira do Survey Monkey. É possível fazer questionários, espalhar a pesquisa e coletar os dados para decisões. Há uma versão gratuita que permite enviar um formulário e ter até 30 respostas e é possível cruzar os dados.

  1. Redes sociais

Usar redes sociais para coletar dados pode ser uma boa opção. O principal cuidado é escolher o público. Para um negócio de cosméticos, por exemplo, um caminho seria participar de grupos sobre o tema e interagir.

PESQUISA ON LINE

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Segundo dados do Sebrae, muitos empreendedores fecham seus negócios por falta de clientes e dificuldade financeira.Problemas que poderiam ser resolvidos se houvesse planejamento prévio e pesquisa de mercado.

Hoje, uma pesquisa básica pode custar mais de 10 mil reais, recursos que muitos não pretendem investir antes mesmo de abrir o negócio. Para amenizar este problema, existem ferramentas online, gratuitas, que podem auxiliar o empreendedor a mapear seu mercado antes de arriscar.

O primeiro passo é avaliar que tipo de resposta a pequena empresa procura. Só depois, ela saberá o que perguntar. A pesquisa mais informal, feita pelo próprio empreendedor, é um ponto de partida. Mas, dependendo do mercado, não substitui um estudo mais aprofundado para a elaboração do plano de negócios.

Para garantir resultados satisfatórios com essas ferramentas, procure pessoas que tenham a ver com o perfil do seu negócio para responder as perguntas. Uma pesquisa com um público-alvo diferente do pretendido pode trazer resultados confusos e levar a erros.

Fonte:
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/10-ferramentas-de-pesquisa-de-mercado-para-empreendedores

E-LEARNING – Case de Sucesso: UNIGLOBO

uniglobo2008UNIGLOBO – Universidade Virtual da Rede Globo

A maior rede de televisão da América Latina decidiu usar os recursos da Internet para viabilizar o acesso de seus mais de 10 mil funcionários, distribuídos em 117 afiliadas, Brasil afora, ao imenso acervo de conhecimentos gerados após anos de atividades.

Uniglobo é um espaço multimídia de aprendizagem. O aluno acessa cursos e tutores a qualquer momento e de qualquer lugar.

A UniGlobo Virtual, que confere certificados emitidos pela Universidade Carioca, foi criada em agosto de 2001, pela Rede Globo, com a finalidade de aperfeiçoar a qualificação profissional dos funcionários das afiliadas.A participação dos funcionários é definida pelas próprias chefias
imediatas, de acordo com as necessidades individuais de treinamento. E está provando que santo de casa faz milagre sim.

Com o respaldo tecnológico da plataforma AulaNet, software de e-Learning fornecido gratuitamente pela EduWeb.
A ferramenta Edu Web/AulaNet é um software Learning Management System (LSM), cuja ferramenta foi desenvolvida no Laboratório de Engenharia de Software (LES) do Departamento de Informática da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), em 1997.
A EduWeb é distribuidora e representante exclusiva do software. Sua distribuição é feita gratuitamente pela empresa por meio de download ou por aquisição de CD-Rom. Com uma base instalada de mais de 4.100 AulaNet’s no Brasil e no exterior, o software já possui versões em inglês e espanhol.

A  Uniglobo Virtual oferece cursos online que vão além da simples disseminação de informações de uso profissional. A Uniglobo e a Eduvir, juntas desde 2001, oferecem cursos de extensão universitária, com certificado de validade nacional. A metodologia utilizada pela Uniglobo alia conteúdo e tecnologia, proporcionando um ambiente interativo e promovendo a formação continuada. AUniglobo é garantia de aprendizagem moderna que valoriza o capital intelectual da Rede Globo.

FONTE:

http://www.cmconsultoria.com.br/novo/iframe/ver_artigo.php?fonte=cm_news&codigo=12089

http://eduvir.com.br/novo/?project=e-learning-casos-de-sucesso

http://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/45468/plataformas-virtuais-de-aprendizagem-aulanet

E-LEARNING

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A palavra “e-learning” vem de “eletronic learning” (aprendizado eletrônico) e é uma modalidade de ensino a distância oferecido totalmente pelo computador.

Como a informação é disponibilizada na internet, podendo ser acessada a qualquer hora e de qualquer lugar do mundo, definir e-learning é vê-lo também como um grande propulsor da difusão do conhecimento e da democratização do saber.

 VANTAGENS:

  • Flexibilidade de horário, disponibilidade em tempo integral.
  • Ritmo de aprendizagem definido pelo próprio aluno.
  • Redução do tempo necessário para o aprendizado.
  • Treinamento de um grande número de pessoas ao mesmo tempo
  • Facilidade de atualização dos conteúdos.

 DESVANTAGENS:

  • Como é o aluno que dita seu tempo, é necessário estar motivado e ser disciplinado.

ALGUMAS PLATAFORMAS/FERRAMENTAS DE E-LEARNING:

Cada vez mais escolas e universidades recorrem a plataformas online  para ensinar e cativar os seus alunos. Aqui 3 plataformas gratuitas que dão outra dimensão ao processo de ensino aprendizagem.

moodle-logoApesar de já haver muita gente que considere que o Moodle esta ultrapassado, esta plataforma continua a ser interessante e uma das preferidas das instituições de ensino. Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment (Moodle) é um software livre, de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual. O programa é disponibilizado livremente e pode ser instalado em diversos ambientes (Unix, Linux, Windows, Mac OS).

É desenvolvido colaborativamente por uma comunidade virtual, que reúne programadores e desenvolvedores de software livre, administradores de sistemas, professores, designers e utilizadores de todo o mundo. Encontra-se disponível em diversos idiomas.

Diversas instituições de ensino (básico e superior) e centros de formação estão adaptando a plataforma aos próprios conteúdos, com sucesso, não apenas para cursos totalmente virtuais, mas também como apoio aos cursos presenciais. A plataforma também vem sendo utilizada para outros tipos de atividades que envolvem formação de grupos de estudo, treino de professores e até desenvolvimento de projetos.

https://moodle.com/

ATutor-logoATutor é um (LCMS) Learning Content Management System, planeado com acessibilidade e adaptabilidade em mente. Os administradores podem instalar ou atualizar o ATutor em minutos. Os Educadores podem rapidamente montar, empacotar, redistribuir os conteúdos instalados e conduzir os seus cursos online. Os estudantes estudam num ambiente de aprendizagem adaptativo.

A plataforma ATutor adotou as especificações de empacotamento de conteúdo IMS/SCORM, permitindo que professores, instrutores e tutores criem conteúdo reutilizável, e compartilhado entre diferentes LCMS. O conteúdo criado noutros sistemas compatíveis com o padrão SCORM pode ser importado para o ATutor e vice-versa, o que se torna uma vantagem muito grande.

http://www.atutor.ca/

clarolineClaroline é uma ferramenta de Ensino a Distância (EaD) e de trabalho colaborativo (Licence GNU|GPL). (Ferramenta de Ensino a Distância (EaD) Open source) que permite às instituições criar e administrar informações online
A ferramenta pode ser descarregada gratuitamente pela internet. É utilizada em 84 países e traduzida em mais de trinta idiomas.

http://www.claroline.com/

Fontes:

http://sitiens.uefs.br/ead/vitrine/index.php?page=elearning_oquee

http://www.professortic.com/2011/02/8-plataformas-para-ensinar-online/

A Segurança da Informação

segurança da informação diz respeito à proteção de determinados dados, com a intenção de preservar seus respectivos valores para uma organização (empresa) ou um indivíduo.

Podemos entender como informação todo o conteúdo ou dado valioso para um indivíduo/organização, que consiste em qualquer conteúdo com capacidade de armazenamento ou transferência, que serve a determinado propósito e que é de utilidade do ser humano.

Atualmente, a informação digital é um dos principais produtos de nossa era e necessita ser convenientemente protegida. A segurança de determinadas informações podem ser afetadas por vários fatores, como os comportamentais e do usuário, pelo ambiente/infraestrutura em que ela se encontra e por pessoas que têm o objetivo de roubar, destruir ou modificar essas informações.

Confidencialidade, disponibilidade e integridade são algumas das características básicas da segurança da informação, e podem ser consideradas até mesmo atributos.

  • Confidencialidade– Diz respeito à inacessibilidade da informação, que não pode ser divulgada para um usuário, entidade ou processo não autorizado;
  • Integridade– A informação não deve ser alterada ou excluída sem autorização;
  • Disponibilidade– Acesso aos serviços do sistema/máquina para usuários ou entidades autorizadas.

Toda vulnerabilidade de um sistema ou computador pode representar possibilidades de ponto de ataque de terceiros.

Esse tipo de segurança não é somente para sistemas computacionais, como imaginamos. Além de também envolver informações eletrônicas e sistemas de armazenamento, esse tipo de segurança também se aplica a vários outros aspectos e formas de proteger, monitorar e cuidar de dados.

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Políticas de Segurança

A política de segurança diz respeito às regras que devem ser elaboradas e seguidas pelos utilizadores dos recursos de informação de uma empresa.

A formação de um conjunto de boas práticas de mercado, com o objetivo de desenvolvimento de uma política/cultura de segurança é essencial para qualquer tipo de empresa que necessite desse trabalho, já que a informação é um dos ativos mais valiosos de uma organização.

As decisões relacionadas à segurança que o administrador da organização toma, determinam quão segura a rede de sua corporação é, quantas funções ela irá disponibilizar e como será a sua utilização. Por isso, é preciso determinar metas de segurança. Em qualquer política de segurança, existem duas diretrizes: a proibitiva, que quer dizer que tudo que não é permitido é proibido, e a permissiva, onde tudo que não é proibido é permitido.

Para a montagem de uma política de segurança, devemos levar em consideração alguns fatores, como os riscos e benefícios associados à falta de segurança e os custos de implementação dos mecanismos.

Por que se preocupar com a segurança da informação?

Computadores são fontes de inúmeras tarefas, como armazenamento de dados, comunicação (emails, chats e etc), transações financeiras (pagamento de contas, compras e etc), que podem ter cunho pessoal ou comercial (uso de organizações).

Alguns fatos podem acontecer por falta de uma segurança adequada, como o furto de senhas e números de cartões de crédito, dados pessoais ou comerciais podem ser alterados, a conta de acesso à internet ou sistema operacional utilizados por pessoas não autorizadas e, por último, o computador pode até deixar de funcionar, por comprometimento e corrompimento de arquivos essenciais.

Existem diversas razões para que um terceiro queira invadir um sistema ou máquina, como:

  • Utilização para fim de práticas ilegais;
  • Utilização do computador de outros para promover ataques;
  • Destruição de informações;
  • Disseminação de spams;
  • Furto de números de cartões de crédito e senhas de banco;
  • Furto de informações salvas nas máquinas.

Políticas de Senhas

A senha é a forma mais convencional de identificação e acesso do usuário. Se um terceiro tem acesso a sua senha, ele poderá utilizá-la ilegalmente ou para se passar por você.

Em determinadas corporações, pode existir a chamada ‘política de senhas’, que tem como regras as seguintes observações:

  • Adotar um padrão de prazo de validade das senhas (30, 60 dias, por exemplo), que obriga o usuário a renovar as suas senhas nesse período;
  • Proibir a repetição de caracteres. Por exemplo, se a senha era ‘123hut’, a próxima senha tem que ter caracteres diferentes, ou pelo menos 60%;
  • Obrigar a inserção de quantidade de letras e números. Por exemplo, a senha deve ter 4 números e 4 letras;
  • Criar uma lista de senhas que não podem ser utilizadas.

ISO/IEC 17799/2007 – 27002

É uma norma de Segurança da Informação que foi revisada em 2005 pela ISO e pela IEC e atualizada em 2007. Ela estabelece princípios para a gestão de segurança da informação de uma organização, e também pode servir como um guia prático de desenvolvimento de procedimentos para empresas.

Entre as principais seções, estão:

 A Segurança da Informação e a gestão de pessoas e processos.
A Strong Security Brasil, fornecedora de soluções e serviços de Segurança da Informação, alerta para a necessidade das empresas investirem na implementação de segurança da informação com atenção na gestão de pessoas e processos. Sem isso, mesmo tendo as melhores tecnologias, os resultados não serão o esperado.

Para o diretor da Strong Security Brasil, Dario Caraponale o maior desafio dos gestores de Segurança da Informação é garantir o processo continuo, recomendado pelas normas de segurança da informação, porém o monitoramento efetivo vem sendo o maior gap com um plano de respostas a incidentes que levem em conta o tripé da segurança da informação: as pessoas, os processos e as tecnologias. “Somente assim será possível avançar rumo à uma Segurança da Informação com resultados positivos com indicadores e retorno dos investimentos, independente das ferramentas utilizadas”, afirma o executivo.

TI para as dimensões da gestão de pessoas e o novo papel do RH

Para analisar a contribuição da tecnologia da informação para os novos modelos de gestão de pessoas, foram identificadas na literatura, em pesquisas e segundo a avaliação dos autores, as soluções de TI que têm potencial de catalisar o processo de evolução de tais modelos nas organizações. Para tanto, as soluções de TI foram relacionadas com as diferentes dimensões dos novos modelos de gestão de pessoas e com os papéis do novo RH. Para fins deste trabalho, o conceito “soluções de TI” é amplo, ora remetendo a uma única tecnologia, ora agrupando diversas tecnologias e ferramentas afins. O agrupamento das soluções de TI foi realizado com fins meramente didáticos para facilitar o relacionamento proposto e orientar a escolha das melhores soluções para o problema específico de cada organização, sem se deixar enganar por promessas de panacéias tecnológicas. A complexidade do mercado de tecnologias e ferramentas e a necessidade de facilitar a compreensão do emaranhado de siglas e de termos amplamente utilizados em TI reforçam a necessidade do agrupamento das soluções de TI, que foi realizado de acordo com suas características básicas e objetivos primários.