Para dar certo – ERP e BI

É importante ressaltar que para a implantação e desenvolvimento dessas ferramentas é essencial conhecer o que se espera, detalhar as propostas de forma escrita e detalhada. As demonstrações devem ser realizadas usando dados no formato e com conteúdo específico da indústria que se quer atender, é recomendável procurar referências de outras empresas especializadas no segmento de atuação de sua empresa antes de fechar contratos. O alinhamento das necessidades do cliente, do fornecedor de software e do integrador que faz a implementação da ferramenta é uma tríade complexa, cuja natureza dinâmica requer que todos os envolvidos, principalmente os clientes, monitore com muito cuidado e respondam de imediato a qualquer problema que ocorra.

Podemos destacar alguns pontos essenciais para uma boa implementação:

– Defina completamente o projeto;

– Escolha o fornecedor com cuidado;

– Escolha o integrador com mais cuidado ainda;

– Forme uma equipe consistente para supervisionar o projeto;

– Gerencie o projeto ativamente;

– Entenda o impacto sobre os negócios;

– Cuide bem da metodologia de treinamento.

No conjunto de slides que segue a empresa Argum expõe de uma forma bem dinâmica a importância da integração destes sistemas para as estratégias de uma empresa:

 

 

10 motivos para implantar BI em conjunto com ERP

Podemos destacar entre tantos outros, 10 principais motivos para investir em uma estrutura de sistema BI juntamente com o ERP:

  1. Fornecer informação operacional o mais depressa possível para os decisores das organizações;
  2. Apoiar o sistema de suporte à decisão em tempo real dentro das organizações para que as ações daí resultantes possam ser desencadeadas o mais rápido e sustentadamente possível;
  3. Identificar os indicadores que são críticos acompanhar nos processos financeiros das organizações;
  4. Monitorar as atividades operacionais das organizações para assegurar um funcionamento ótimo da sua atividade (não esquecendo que os sistemas de BI dispõem normalmente de esquemas semafóricos, em que são utilizadas as cores dos semáforos de trânsito para assinalar as várias situações possíveis – alerta total, alerta em geral e situação favorável);
  5. Fornecer uma visão macro dos vários parceiros de negócio envolvidos (clientes, fornecedores, colaboradores e outros);
  6. Estabelecer processos de monitorização da atividade da organização com indicação dos alertas e dos indicadores que devem suportar o processo de decisão;
  7. Permitir que os vários parceiros de negócio possam aceder a informação crítica para o seu relacionamento com a organização, de forma a poderem ser integrados efetivamente nas cadeias logísticas de distribuição e aprovisionamento;
  8. Melhorar a capacidade de reação a situações e atividades que tenham impacto ao nível de gestão da organização;
  9. Envolver mais os próprios parceiros de negócio no processo de decisão;
  10. Reduzir os custos associados à falta de integração da componente de BI na arquitetura do sistema de informação da organização.

Para aqueles que ainda não acreditam como é possível obter resultados importantes com a utilização deste tipo de sistema, visite o link e veja o que aconteceu na Toyota.

Resultados em % – ERP

Conforme dados abaixo as empresas tem colhido vários benefícios com implantações bem-sucedidas de ERP:

 Benefícios Tangíveis Ocorrência
 Redução de estoques 32%
 Redução de Pessoal 27%
 Aumento de Produtividade 26%
 Redução no tempo de ciclo de Ordens 20%
 Redução de tempo de ciclo de fechamento contábil/financeiro 19%
 Redução de Custos de TI 14%
 Melhoria em processos de suprimentos 12%
 Melhorias na gestão de caixas 11%
 Aumento em receitas / Lucros 11%
 Melhoria em Transportes / Logística 9%
 Melhorias em processos de manutenção 7%
 Entrega no Prazo 6%

Fonte: Colangelo Filho (2001, p.53) 

 

ERP e BI formam dupla imbatível para os negócios

Atualmente os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) não podem ser concebidos e implementados sem uma forte ligação aos sistemas de Business Intelligence, pois estes últimos permitem às organizações potenciar ao máximo a utilização dos ERP. Cada vez mais nas organizações, os decisores necessitam de informação para a tomada de decisões e não apenas de informação para a gestão corrente. Ou seja, necessitam de informação tratada e agregada, de modo a produzir conhecimento que suporte as decisões.

BI e ERP

A química tecnológica proporcionou vantagens estratégicas, facilitando o atingimento de metas e o bom posicionamento diante da concorrência.

Algumas empresas vão além da parceria com o cobiçado Business Intelligence e exploram o máximo do poder da integração com o sistema de gestão empresarial.

Os sistemas de BI são utilizados em grande integração com os ERP em tempo real, já que permitem a funcionalidade de atualização online. A funcionar estrategicamente integrados com os sistemas de ERP, os sistemas de BI permitem adquirir vantagens competitivas muito importantes para as organizações.

http://computerworld.com.br/tecnologia/2012/04/04/erp-e-bi-formam-dupla-imbativel-para-os-negocios

Você sabe o significado das seguintes siglas: ERP e BI?

Para alguns estas siglas podem parecer bem familiares, mas para a maioria trata-se de definições bem fora do contexto. Muitos mesmo sem conhecer desejam tê-los, pois precisam cada vez mais tomar decisões muito importantes em um prazo muito curto de tempo, as empresas não podem se dar ao luxo de errar pois isso pode significar uma perda de resultados irrecuperáveis.

Estas ferramentas estão no mercado para fazer a diferença, entre o achar ou ter que levantar dados, montar relatórios e tê-los na mão no momento em que precisar, a disponibilidade é um grande diferencial.

Vamos então as definições:

ERP

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

Objetivo de um Sistema ERP é centralizar as informações e gerir o seu fluxo durante todo processo de desenvolvimento da atividade empresarial, integrando os setores da organização e possibilitando aos gestores acesso ágil, eficiente e confiável às informações gerenciais, dando suporte à tomada de decisões em todos os níveis do negócio.

Já o termo Business Intelligence (BI), inteligência de negócios, refere-se ao processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão de negócios. É o conjunto de teorias, metodologias, processos, estruturas e tecnologias que transformam uma grande quantidade de dados brutos em informação útil para tomadas de decisões estratégicas.

Nesta apresentação você pode aprimorar mais seus conhecimentos sobre BI:

Segurança e Tecnologia da Informação como ferramentas essenciais para Gestão e Pessoas

Atualmente com todo tipo de tecnologia disponível em qualquer lugar, a questão da segurança da informação tem sido primordial para garantir os resultados de uma empresa. Nesta questão um dos principais fatores de risco são as pessoas, que muitas vezes acabam usando as tecnologias de forma incorreta e descuidada trazendo grandes perigos e danos à empresa.

Para garantia da segurança da informação é preciso levar em consideração a interação entre as pessoas, os processos e a tecnologia. Não adianta ter as Infograficomelhores ferramentas e tecnologias se a gestão dos processos e pessoas não for levada em conta e colocada no topo das prioridades.

A tecnologia da informação é capaz de apresentar parte da solução a este problema, mas não é capaz de resolvê-lo integralmente. As políticas de segurança devem contemplar o equilíbrio entre os aspectos humanos e técnicos, com os modelos das políticas atuais.

É de extrema importância que as empresas divulguem de forma recorrente os modelos de segurança a serem seguidos e quais as advertências de não segui-lo. É frequente este assunto fazer parte dos manuais de conduta das empresas, pois se trata de fator fundamental de sigilo, a proibição de divulgação de dados, relatórios, entrevistas e até mesmo da exposição de fotos em ambientes de trabalho tem sido pauta destes manuais e tem-se dedicado tempo para pensar em como é possível criar as barreiras de forma correta.

Podemos citar alguns exemplos em que o vazamento de informações causou grandes estragos devido à velocidade destas informações se propagarem: Snapchat vazou seu banco de dados com números telefônicos e usuários; a mesma coisa aconteceu com a Adobe que além dos usuários também teve cópias dos dados bancários e códigos-fonte; Playstation Network ficou fora do ar entre muitos outros.

Como se pode ver na imagem ao lado, a importância de se ter uma gestão de pessoas que entende e assegure a segurança das informações que estão sendo tratadas todo o tempo dentro de um ambiente organizacional é fundamental para garantir o menor impacto possível dos fatores externos nas negociações e demandas.

Assim como é possível utilizar as ferramentas tecnológicas para que este objetivo seja alcançado, mas nenhum deles pode seguir sozinho, um depende do outro para chegar ao sucesso.

Uso da tecnologia em Gestão de Pessoas

Há um novo contexto que surge nas empresas e principalmente nos RHs, a necessidade de passar de uma atuação predominantemente operacional para modelos mais orgânicos de gestão de pessoas. E neste modelo a ideia é que a tecnologia possa ser utilizada para automatizar operações, substituir o esforço e a qualificação humanos por uma tecnologia que permita que os mesmos processos sejam executados, a um custo menor, com mais controle e continuidade.

A tecnologia também contribui para que a gestão de pessoas deixe de ser uma responsabilidade exclusiva do departamento de Recursos Humanos e entre no dia a dia dos gestores e líderes. Realizar consultas, propostas e apontamentos sobre salários, promoções, benefícios, treinamentos, carreira, recrutamento e outros temas está cada vez mais acessível, gerando mais autonomia e agilidade para as tomadas de decisão.

Da mesma forma em relação aos colaboradores, que deixam de ir ao RH para tirar dúvidas e passam a ter mais autonomia e a fazer uso de portais corporativos e quiosques, onde as políticas, normas e procedimentos estão publicados e passam a dar mais transparência na relação com todos os níveis. O colaborador pode atualizar seus dados cadastrais, conferir seu saldo de horas, consultar sua folha de pagamento, imprimir um comprovante de trabalho ou o informe de rendimentos, solicitar a alteração de um benefício, inscrever-se num treinamento, fazer sua auto-avaliação de desempenho, checar sua posição na carreira e o que precisa fazer para ascender novas posições, dentre outros. As interfaces estão cada vez mais intuitivas, facilitando o uso por pessoas sem muita intimidade com a informática.

Uma das tendências é fazer uso das redes sociais na gestão de pessoas como: blogs para obter opiniões e checar a satisfação dos colaboradores, perfis e redes de contato para buscar feedback sobre educação, desempenho e desenvolvimento, bem como levantar informações durante o recrutamento e seleção.

O grande desafio deste novo contexto é fazer com que as pessoas se desprendam dos processos operacionais e passem a avaliar as demais informações que precisam ser trabalhadas para obter melhores resultados. As ferramentas passam a fazer parte da estratégia da empresa e exigem a interação direta de chefes e subordinados, que passam a gerir não somente os aspectos técnicos do seu trabalho, mas também as amplas questões  de gestão  de pessoas ligadas ao desenvolvimento pessoal e organizacional  por meio da operacionalização os sistemas de RH.